“Status quo” do ser humano

Os olhos podem ver, mas a mente se não estiver aberta às inovações, capitula ao imediatismo do nada. Cada obra é o “status quo” do ser humano. Diante dos olhares de muitos, pode ser apenas um amontoado desconexo de colagens e coisas fúteis, todavia, a mente precisa se abrir e evoluir para um patamar mais elevado, que não se restrinja somente em ver aquilo que se encontra na aparência.

A  proposta de J. Moreno e sair da mesmice e buscar um novo conceito na forma de ver a arte contemporânea, desenvolvendo uma técnica vanguardista que evolua além das fronteiras dos rótulos, gêneros ou estilos convencionalmente atribuídos à arte.

 

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